Durante décadas, Ourinhos sofreu com falta d’água, rede antiga e sistema ultrapassado, enquanto gestões passavam e nada era resolvido, mesmo com o Ministério Público cobrando soluções através de um TAC.
Diante desse cenário, a concessão da SAE, dos serviços de água e esgoto, não foi uma escolha política: foi a única saída responsável e necessária para garantir que a cidade tivesse os investimentos que precisava para modernizar o sistema e assegurar o abastecimento pelos próximos 30 anos.
Com a concessão:
• A SAE continua sendo pública e pertencente ao povo.
• A Prefeitura e a Agência Reguladora continuam com o poder de fiscalizar e cobrar resultados.
• A empresa tem obrigações, metas e prazos que, se não forem cumpridos, geram penalidades e até rompimento do contrato.
A verdade é simples: não foi uma venda, foi uma decisão estratégica para resolver um problema antigo e preparar Ourinhos para o futuro. A concessão garantiu o que nenhuma gestão anterior teve coragem de enfrentar, e quem tenta distorcer isso hoje, tenta esconder sua própria omissão.