Mais um motivo de orgulho para a população de Ourinhos com a gestão Lucas Pocay, hoje se tornou motivo de preocupação.
O SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que havia se transformado em referência regional nos últimos anos, enfrenta agora uma situação que muitos moradores descrevem como retrocesso e desorganização.
Segundo relatos e informações levantadas, três ambulâncias estão atualmente paradas no pátio, sem condições de operação.
Isso significa menos viaturas nas ruas justamente no serviço que precisa agir com rapidez para salvar vidas.
Com a gestão Lucas Pocay, o SAMU de Ourinhos havia conseguido reduzir significativamente o tempo de resposta aos chamados de emergência, inclusive com a criação da motolância e novas ambulâncias.
Esse indicador é considerado um dos principais parâmetros de eficiência no atendimento pré-hospitalar.
Quanto menor o tempo de resposta maiores são as chances de salvar vidas, menores são as sequelas em casos graves, maior é a segurança da população.
Agora, segundo relatos de profissionais e usuários do serviço, esse tempo voltou a aumentar.
Ou seja, em situações críticas como infarto, AVC, acidentes graves; cada minuto perdido pode significar a diferença entre a vida e a morte.
Com ambulâncias paradas no pátio, o serviço perde capacidade de atendimento e cobertura.
O que deveria ser um serviço ágil e preparado para emergências acaba funcionando no limite da estrutura.
Quando o serviço de emergência deixa de funcionar bem, quem paga o preço é a população.
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