Um episódio revoltante e profundamente triste marcou a edição deste ano da FAPI em Ourinhos. Uma criança com autismo foi impedida de acessar os brinquedos do parque, mesmo portando a pulseira de identificação que deveria garantir seu direito à prioridade e acessibilidade.
O pai, visivelmente abalado, denunciou nas redes sociais:
“Meu filho autista, mesmo com a pulseira, foi negado. Disseram que a pulseira não valia.”
Além de ser um ato de desumanidade, a recusa fere frontalmente a Lei Federal nº 12.764/2012, que assegura o direito das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) a atendimento prioritário em espaços públicos e eventos.
Enquanto o prefeito Guilherme Gonçalves tira fotos e exibe nas redes sociais um discurso de “inclusão”, a realidade expõe o oposto: crianças especiais estão sendo tratadas como invisíveis e excluídas.
É inadmissível que, em pleno 2025, ainda seja preciso lutar pelo mínimo: respeito, empatia e cumprimento da lei. A FAPI deveria ser um espaço de alegria para todas as famílias, não um palco de vergonha institucional.