Ourinhos enfrenta hoje uma crise administrativa que salta aos olhos. Em menos de um ano, mais de 15 secretários deixaram a gestão do prefeito TikToker Guilherme Gonçalves, transformando o gabinete em uma verdadeira porta giratória. As saídas, motivadas por incompatibilidade, desgaste ou simplesmente por não aceitarem o caos interno, revelam um problema muito mais profundo: a cidade não tem comando, não tem controle e não tem rumo.
Enquanto o prefeito se dedica a vídeos e autopromoção nas redes sociais, a administração pública acumula contas atrasadas, rombo crescente, serviços desestruturados, saúde em crise, secretarias sem liderança e decisões sem critério. O resultado é uma cidade paralisada, endividada e cercada por escândalos.
A comparação com o passado se tornou inevitável. A gestão Lucas Pocay — organizada, técnica, planejada e eficiente — contrasta com a atual, marcada por improviso, despreparo e incapacidade de entregar resultados. O que antes era orgulho da população virou motivo de vergonha e preocupação.
Nas ruas, a pergunta é a mesma:
Como uma cidade que avançava tão rapidamente foi jogada nesse retrocesso? Por que antes tudo funcionava e agora nada anda? A desculpa de culpar o passado já não convence ninguém. Ourinhos não é TikTok.