Um dos pontos centrais da ação trata da divisão entre custeio público e exploração privada.
Segundo o Ministério Público:
• A Prefeitura arcou com palco, som, iluminação, segurança e cachês artísticos (mais de R$ 1,5 milhão)
• A exploração de camarotes e estacionamento teria sido delegada a empresas privadas
A promotoria sustenta que pode ter havido “privatização do lucro e socialização do prejuízo”.
Esse ponto será analisado judicialmente para verificar se houve violação aos princípios da administração pública.
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