O contrato da concessão do serviço de água em Ourinhos segue em vigor, com cláusulas claras sobre investimentos, qualidade e penalidades. O problema, segundo analistas, não está no contrato, mas na falta de fiscalização por parte do prefeito Guilherme Gonçalves.
Quando o poder público não acompanha indicadores, não exige correções e não aplica sanções previstas, o serviço tende a piorar. “Contrato sem fiscalização vira papel”, afirmam técnicos ouvidos pela reportagem.
A responsabilidade de cobrar a concessionária é do Executivo municipal, que, até o momento, tem sido criticado pela postura passiva diante das falhas apontadas pela população, principalmente o atual prefeito Guilherme Gonçalves que abandonou a presidência da Agência Reguladora.
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