O início da gestão do prefeito de Ourinhos, Guilherme Gonçalves, já está cercado por polêmicas que levantam dúvidas sobre sua competência e compromisso com as promessas de campanha. Uma das questões mais alarmantes envolve as recentes nomeações para cargos estratégicos, que deveriam ser ocupados por profissionais técnicos e experientes. No entanto, o prefeito escolheu adotar critérios puramente políticos.
Entre os exemplos está o do mototaxista Leonardo Marcelino Fernandes, conhecido como Léo Fernandes. Com apenas o ensino fundamental incompleto e sem qualquer formação técnica na área, ele foi nomeado como Secretário de Serviços Urbanos, um setor essencial para o funcionamento da cidade.
CAMPANHA X REALIDADE
Durante a campanha eleitoral, Guilherme Gonçalves enfatizou repetidamente que priorizaria “técnicos capacitados” em seu governo, além de prometer que valorizaria a experiência local para “recolocar Ourinhos nos trilhos”. Porém, a realidade mostra um cenário totalmente oposto. Léo Fernandes, além de ser flagrantemente inexperiente para a função, também não é nascido em Ourinhos, contradizendo o discurso que o próprio prefeito usou para se promover como um defensor das raízes locais.
A nomeação de Fernandes não é um caso isolado. Outras secretarias também foram entregues a pessoas sem formação técnica ou experiência, consolidando o que parece ser um modelo de gestão baseado mais em favores políticos do que no interesse público.
Com um início marcado por controvérsias e promessas quebradas, a gestão de Guilherme Gonçalves enfrenta um grande desafio de credibilidade. Para muitos, as ações iniciais do prefeito já soam como um alerta de que os próximos anos podem ser difíceis para Ourinhos.