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Sábado, 12 de Setembro 2026
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Imagens mostram que vítima do 7 de setembro furou bloqueio sinalizado e caso foi arquivado pelo Ministério Público

De acordo com o inquérito policial e os laudos periciais, ficou comprovado que a área estava devidamente sinalizada para a realização do desfile

Imagens mostram que vítima do 7 de setembro furou bloqueio sinalizado e caso foi arquivado pelo Ministério Público
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Após a tragédia ocorrida no desfile de 7 de setembro, envolvendo o falecimento de Márcia Kaneda, que se acidentou em uma corda de barreira enquanto trafegava de motocicleta, surgiram diversas alegações e acusações contra a Prefeitura de Ourinhos. A família da vítima alega que houve falha na sinalização e nas medidas de segurança, solicitando uma indenização e responsabilizando a administração pública pelo ocorrido. No entanto, os fatos apurados pelo Ministério Público e pelas autoridades competentes esclarecem uma versão diferente.

De acordo com o inquérito policial e os laudos periciais, ficou comprovado que a área estava devidamente sinalizada para a realização do desfile, com barreiras de segurança instaladas pela equipe de trânsito da Prefeitura. Imagens de câmeras de monitoramento mostram que a vítima ignorou o bloqueio de segurança e avançou pela área restrita, resultando no acidente fatal. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que a causa da morte foi um traumatismo crânio-encefálico por esgorjamento, decorrente do impacto.

Em declarações prestadas durante a investigação, guardas municipais presentes no local relataram que o bloqueio de trânsito estava corretamente sinalizado, e que uma corda de isolamento foi posicionada para delimitar a área do desfile, seguindo os procedimentos habituais de segurança. Os mesmos guardas afirmaram que, ao perceberem o acidente, acionaram imediatamente o SAMU, que atestou o óbito no local.

Com base nas provas coletadas, o Ministério Público decidiu arquivar o caso, concluindo que não houve falha de terceiros, mas sim uma ação imprudente por parte da vítima, que desrespeitou a sinalização. No relatório de arquivamento, o MP declarou que “não há elementos probatórios que indiquem que o falecimento da vítima se deu por ação ou omissão de terceiros,” confirmando que a área estava devidamente isolada e sinalizada.

A Prefeitura de Ourinhos lamenta profundamente o ocorrido e se solidariza com a dor da família de Márcia Kaneda. No entanto, é fundamental esclarecer os fatos de maneira justa e responsável, para que não haja distorções sobre as circunstâncias do acidente. É importante lembrar que a gestão pública tem o compromisso de proteger e informar a população, mas que, em situações como essa, a prudência de todos é essencial para evitar tragédias.

A administração reforça seu compromisso com a transparência e reafirma que todas as medidas de segurança foram adotadas de acordo com a legislação. Esse esclarecimento é importante para a verdade prevalecer, para que nossa cidade siga em paz e para que os fatos sejam respeitados por todos.

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