Ex vereadores tentaram recurso especial no Tribunal Superior Eleitoral, que negou por unanimidade.
Mais uma derrota para os vereadores cassados, Alexandre Zóio e Cicero Investigador, que tiveram mais um recurso negado por unanimidade pelo TSE.
Ficou comprovado que o receituário médico utilizado como prova pela candidata que teve zerada a sua votação, está ilegível.
A fraude eleitoral configurou-se também pelo fato do cônjuge da candidata, que não teve nenhum voto, trabalhou normalmente e poderia ter ido votar, e que o curso superior frequentado pela candidata - que a teria impedido de realizar atos de campanha - ocorria em
período noturno e em formato online.
Além de ser sintomática a circunstância de a candidata também não ter obtido sequer um voto em duas Eleições, de 2016 e 2020. Ou seja, todo o partido cometeu a fraude para conseguir lançar a quantidade máxima de candidatos.
A fraude também ficou configurada quanto à segunda candidata. Além da já mencionada relação filha- enteada do presidente do órgão partidário municipal, estando ambas na disputa do mesmo cargo, consta do acórdão a "ausência de despesas contratadas".
Fica cada vez mais difícil dos vereadores cassados se colocarem como vítima da situação, pelo tempo que estão filiados ao partido e por serem próximos do presidente do partido, trabalhando em conjunto na montagem das chapas.
Justiça mantém cassação de Cícero investigador e Alexandre Zóio por fraude à cota de gênero.
Os vereadores cassados, Alexandre Zóio e Cicero Investigador, que tiveram mais um recurso negado por unanimidade pelo TSE
Atualizado: 18/04/2023 10:39
17/04/2023 15:14
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