O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) confirmou o que Lucas Pocay já vinha denunciando: o modelo de regionalização do SAMU, implantado durante a gestão de Guilherme Gonçalves, foi construído sem o rigor técnico e a segurança jurídica que a saúde pública exige. A decisão aponta falhas graves de planejamento, inconsistências contratuais e ausência de justificativas técnicas sólidas para a mudança — exatamente os riscos que Lucas apontou quando o modelo foi imposto.
Não foi um alerta político. Foi um alerta correto.
Enquanto a gestão de Guilherme Gonçalves optou por alterar uma estrutura consolidada às pressas, sem estudos consistentes, Lucas Pocay e sua equipe insistiram, em todas as instâncias do debate, que qualquer mudança no atendimento de urgência precisava de planejamento, transparência e responsabilidade com o dinheiro público. O TCE, órgão técnico e independente, chegou à mesma conclusão.
A saúde da população não pode ser terreno de experimentos administrativos.
O episódio expõe uma escolha de prioridades: de um lado, a gestão de Guilherme Gonçalves, que optou pela pressa e pelo risco; do outro, o posicionamento de Lucas Pocay, pautado por seriedade, respeito aos órgãos de controle e compromisso com quem depende do SAMU para viver.
O tempo, e agora o Tribunal de Contas, deram razão a quem defendeu o caminho certo desde o começo.
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