Mesmo recebendo mais de R$ 76 milhões em caixa e uma cidade em pleno desenvolvimento, prefeito e secretários insistem em culpar o passado para justificar cortes, má gestão e desorganização na saúde.
A atual gestão de Ourinhos recebeu a Prefeitura em situação invejável: obras em andamento, serviços consolidados e mais de R$ 76 milhões em caixa. Um cenário que permitia avançar ainda mais no desenvolvimento da cidade. Mas o que se vê hoje é completamente o oposto: desorganização, desculpas em série e uma saúde em frangalhos.
Tentando apagar incêndios, o secretário de saúde, Diego Singolani, insiste em repetir que o orçamento de 2025 estaria “inflado” por causa da venda da SAE. Só que aí está a primeira mentira: não houve venda, houve uma concessão, dentro da lei, que garantiu fôlego financeiro à Prefeitura e segurança para o futuro da cidade. Esse recurso não foi um truque, foi fruto de planejamento e coragem política, exatamente o que falta agora.
A desculpa da SAE já virou piada: não houve venda e a concessão foi uma das medidas mais responsáveis para equilibrar as contas e permitir novos investimentos.
Pelo jeito, Diego Singolani quer deixar um rombo nas contas da mesma forma que deixou quando foi prefeito em Santa Cruz do Rio Pardo apontado pelo Tribunal de Contas do Estado.
O cidadão de Ourinhos não quer desculpas nem narrativas: quer atendimento, quer médico, quer respeito e a UPA não pode ser motivo de incerteza.
A insistência em se justificar com o passado mostra apenas incapacidade de governar o presente.