A gestão do prefeito Guilherme Gonçalves já soma quase 800 cargos políticos nomeados, e o número pode crescer ainda mais. De acordo com servidores, ainda faltam cerca de 200 nomeações na área da educação, o que elevaria o total para impressionantes 1.000 cargos comissionados.
O alto número de nomeações tem gerado críticas da população, que questiona a necessidade de tantos cargos pagos com dinheiro público. Para muitos, trata-se de uma estratégia para acomodar aliados políticos, enquanto serviços essenciais enfrentam dificuldades.
A situação chama ainda mais atenção porque, durante a campanha eleitoral, Guilherme Gonçalves prometeu reduzir o número de cargos comissionados e enxugar a máquina pública. No entanto, o que se vê na prática é exatamente o contrário: uma prefeitura inchada e cada vez mais dependente de indicações políticas.
Diante desse cenário, fica a dúvida: há realmente necessidade para tantas nomeações ou estamos diante de um loteamento político bancado pelo contribuinte?