O prefeito Guilherme Gonçalves e o vice Alexandre Zóio anunciaram que iriam “enxugar a máquina pública” com a redução de cargos na Prefeitura de Ourinhos. Porém, o projeto encaminhado à Câmara Municipal aponta um cenário diferente: em vez de economia, a medida deve aumentar as despesas em cerca de R$ 4,8 milhões anuais.
A proposta tem gerado questionamentos não apenas da população, mas também do Ministério Público, que já havia cobrado a administração sobre o inchaço da máquina pública. Críticos afirmam que a gestão utiliza discurso de austeridade, mas na prática amplia custos para manter cargos de confiança e benefícios ligados ao grupo político.
Enquanto problemas em áreas essenciais como saúde, educação, segurança e infraestrutura seguem sem solução, o governo municipal prioriza mudanças que ampliam o peso da folha de pagamento. Para a oposição, a promessa de enxugamento da máquina não passa de discurso de fachada.
O projeto agora depende da análise e votação dos vereadores, que decidirão se aprovam ou não a proposta.
Reestruturação de Guilherme Gonçalves e Zóio pode custar R$ 4,8 milhões a mais por ano
Problemas em áreas essenciais como saúde e educação seguem sem solução em Ourinhos
Atualizado: 11/09/2025 09:04
11/09/2025 09:03
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