Antes da concessão do sistema de água e esgoto, Ourinhos vivia um verdadeiro risco de colapso com a antiga SAE (Superintendência de Água e Esgoto).
A autarquia não tinha capacidade de investimento e mal conseguia manter o funcionamento básico dos serviços.
Estudos técnicos realizados na época mostraram que, sem uma mudança de modelo, a conta de água poderia aumentar até 600% para ter que cumprir com as exigências do Ministério Público e obrigações do novo Marco de Saneamento no país.
A virada veio com a decisão do então prefeito Lucas Pocay, que estruturou a concessão de forma transparente que levou o processo à Bolsa de Valores (B3) — um marco inédito de gestão moderna no interior paulista.
Hoje, Ourinhos vive um novo momento de eficiência e resultados. Sem a concessão, o consumidor estaria pagando muito mais e recebendo muito menos. Com ela, a cidade tem tarifas justas, rede modernizada, novas obras e um sistema que finalmente funciona.
“Foi uma decisão técnica e corajosa, feita para proteger o bolso da população e garantir o futuro da cidade. O que parecia impossível virou realidade porque tivemos coragem de mudar”, destacou Lucas Pocay.