Mais um caso grave vem à tona em Ourinhos com a (indi)gestão de Guilherme Gonçalves. Trabalhadores do Restaurante Popular relatam estar sem pagamento, sem definição sobre férias e, principalmente, sem qualquer posicionamento claro da Prefeitura. As denúncias circularam nas redes sociais e geraram revolta entre moradores que acompanham a situação.
Segundo os relatos, a indefinição tem causado desânimo, prejuízo financeiro e impacto direto no funcionamento do serviço. Funcionários afirmam que a ausência de respostas agrava o problema e transforma o que deveria ser um equipamento de proteção social em um ambiente de insegurança e desvalorização do trabalhador.
O Restaurante Popular existe para garantir dignidade alimentar à população, mas não pode funcionar à custa da dignidade de quem trabalha ali. O mínimo esperado é transparência, calendário de pagamento e um comunicado oficial que esclareça a situação imediatamente.
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